

A infecção primária pelo vírus influenza A induz imunidade protetora cruzada contra uma infecção letal com uma cepa de vírus heterossubtípica em camundongos. Vacina
Resumo Camundongos C57BL/6 infectados primariamente com o vírus influenza X-31 (H3N2) e desafiados com o vírus letal A/PR/8/34 (H1N1) apresentaram eliminação acelerada da infecção, menos sinais clínicos e redução de lesões pulmonares, resultando em maior sobrevivência em comparação a camundongos não infectados. A melhora no resultado da infecção de desafio correlacionou-se com a sensibilização para respostas anamnésicas de linfócitos T citotóxicos (CTL) CD8 específicos para o
Vlog da Ro
há 23 horas


A infecção de camundongos com o vírus influenza A/H3N2 humano induz imunidade protetora contra a infecção letal pelo vírus influenza A/H5N1
Resumo A infecção prévia por vírus da influenza sazonal A/H3N2 em camundongos induziu imunidade heterosubtípica, que conferiu proteção contra a infecção letal pelo vírus da IAAP A/H5N1. Camundongos previamente infectados com influenza A/Hong Kong/2/68 (H3N2) apresentaram redução dos sinais clínicos, perda de peso, mortalidade e replicação viral pulmonar após o desafio com A/Indonésia/5/05 (H5N1). O efeito protetor observado foi atribuído a respostas imunes adaptativas, especi
Vlog da Ro
há 2 dias


QUEM FISCALIZA O FISCAL?
A NECESSIDADE DE UM ÓRGÃO INDEPENDENTE PARA AVALIAR REAÇÕES ADVERSAS PÓS-VACINAÇÃO QUEM INVESTIGA O INVESTIGADOR? O DESAFIO DA IMPARCIALIDADE NA AVALIAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS Recentemente, em uma ação judicial envolvendo alegação de reação adversa pós-vacinação, veio aos autos um documento revelando que a Advocacia-Geral da União solicitou ao Ministério da Saúde subsídios técnicos para elaboração da defesa do Estado. O procedimento chamou atenção por evidenciar uma realidade

Rodrigo Martins Soares
há 2 dias





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