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Influenza: comercializando vacina por comercializando doença


Destinado a profissionais de saúde e Contexto


  • O artigo questiona se o CDC realmente baseia todas as decisões de saúde pública em dados científicos da mais alta qualidade, focando no marketing da vacina contra a gripe.

  • A disponibilidade da vacina contra a gripe nos EUA cresceu de 32 milhões de doses em 1990 para cerca de 135 milhões anualmente, impulsionada por uma agressiva campanha de saúde pública.

  • O autor argumenta que a campanha de vacinação contra a gripe, que apresenta a doença como grave e a vacina como segura e salvadora de vidas, se baseia frequentemente em estudos de baixa qualidade, exagerando a ameaça da gripe e os benefícios e segurança da vacina.


Recomendações e Crescimento da Vacinação


  • A produção de vacinas contra a gripe e a percepção da necessidade da vacina cresceram em paralelo.

  • As primeiras recomendações para a vacinação anual contra a gripe nos EUA datam de 1960.

  • O objetivo principal da política de vacinação ao longo da década de 1990 era reduzir o excesso de mortalidade, onde a maioria das mortes por gripe ocorria em um grupo específico.


Ferramentas e Informações do Artigo


  • O artigo de Peter Doshi, intitulado "Gripe: comercializando a vacina através da comercialização da doença", é do BMJ 2013.

  • Existem diversas ferramentas disponíveis para o artigo, incluindo opções de download em PDF e para gerenciadores de citação (como BibTeX, EndNote e RIS).

  • Os leitores podem responder a este artigo, imprimir, configurar alertas por e-mail e obter ferramentas de citação.


Solicitação de Permissões e Tópicos


  • O autor do artigo é Peter Doshi, e é possível solicitar permissões para o uso do conteúdo.

  • As ferramentas de citação e e-mail para amigos são fornecidas com links de suporte para programas de gerenciamento de referências como EndNote e Zotero.

  • O artigo abrange os tópicos de Doenças infecciosas, Imunologia (incluindo alergia), Programas de vacinação e Estudos epidemiológicos.


Repercussão do Artigo e Enquete


  • O artigo foi repercutido por 7 veículos de comunicação e postado por 4 (plataformas não especificadas).

  • O conteúdo foi mencionado em 19 publicações do Google+ e em 379 páginas do Facebook.

  • Uma enquete não relacionada ao artigo, questionando se estudantes de medicina devem usar inteligência artificial generativa para estudar, está presente na página.


Conteúdos Relacionados


  • Há outros artigos recomendados do BMJ relacionados ao tema, incluindo o próprio "Gripe: comercializando a vacina através da comercialização da doença".

  • Conteúdos de outros periódicos também são sugeridos, como sobre otimismo injustificado na eficácia da vacina (The BMJ, 2020) e intervenções comportamentais para reduzir a hesitação vacinal (The BMJ, 2024).

  • Outros artigos cobrem a eficácia da vacina de mRNA em adultos imunossuprimidos e os efeitos não específicos da vacinação BCG.


As principais críticas feitas sobre os estudos que apoiam a vacinação contra a gripe, conforme o artigo, são:


  1. Baixa Qualidade dos Estudos: Os estudos que fundamentam as políticas de vacinação contra a gripe são frequentemente de baixa qualidade.

  2. Incapacidade de Comprovar Alegações: Tais estudos não comprovam as alegações das autoridades de saúde.

  3. Exagero da Ameaça e Benefícios: A vacina pode ser menos benéfica e menos segura do que se afirma, e a ameaça da gripe parece ser exagerada.


O autor, Peter Doshi, argumenta que, no caso das vacinas contra a gripe e seu marketing, as decisões de saúde pública não estão sendo baseadas em dados científicos da mais alta qualidade, obtidos de forma aberta e objetiva, como prometido por organizações como o CDC.


As políticas de vacinação obrigatória têm sido justificadas e aplicadas da seguinte maneira:


Justificativa (Retórica da Saúde Pública): A campanha de saúde pública que impulsiona a vacinação transmite uma mensagem direta e inquestionável, que serve como base para a política:


  1. A gripe é uma doença grave.

  2. Todos correm o risco de complicações decorrentes da gripe.

  3. A vacina contra a gripe é praticamente isenta de riscos.

  4. A vacinação salva vidas.


Sob essa perspectiva, a falta de disponibilidade da vacina para todos os cidadãos americanos chega a ser vista como algo próximo da falta de ética.


Aplicação (Uso da Coerção): As políticas de vacinação obrigatória surgiram, principalmente em unidades de saúde. O motivo para a imposição dessas políticas é que nem todos desejam se vacinar, e a coerção parece ser a única maneira de alcançar altas taxas de vacinação.


Citação: Doshi P. Influenza: marketing vaccine by marketing disease. BMJ. 2013 May 16;346:f3037. doi: 10.1136/bmj.f3037. Erratum in: BMJ. 2013;346:f3441. Erratum in: BMJ. 2013;347:f6770. PMID: 23682040.





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