Influenza: comercializando vacina por comercializando doença
- Vlog da Ro
- 29 de jun.
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Destinado a profissionais de saúde e Contexto
O artigo questiona se o CDC realmente baseia todas as decisões de saúde pública em dados científicos da mais alta qualidade, focando no marketing da vacina contra a gripe.
A disponibilidade da vacina contra a gripe nos EUA cresceu de 32 milhões de doses em 1990 para cerca de 135 milhões anualmente, impulsionada por uma agressiva campanha de saúde pública.
O autor argumenta que a campanha de vacinação contra a gripe, que apresenta a doença como grave e a vacina como segura e salvadora de vidas, se baseia frequentemente em estudos de baixa qualidade, exagerando a ameaça da gripe e os benefícios e segurança da vacina.
Recomendações e Crescimento da Vacinação
A produção de vacinas contra a gripe e a percepção da necessidade da vacina cresceram em paralelo.
As primeiras recomendações para a vacinação anual contra a gripe nos EUA datam de 1960.
O objetivo principal da política de vacinação ao longo da década de 1990 era reduzir o excesso de mortalidade, onde a maioria das mortes por gripe ocorria em um grupo específico.
Ferramentas e Informações do Artigo
O artigo de Peter Doshi, intitulado "Gripe: comercializando a vacina através da comercialização da doença", é do BMJ 2013.
Existem diversas ferramentas disponíveis para o artigo, incluindo opções de download em PDF e para gerenciadores de citação (como BibTeX, EndNote e RIS).
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Solicitação de Permissões e Tópicos
O autor do artigo é Peter Doshi, e é possível solicitar permissões para o uso do conteúdo.
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O artigo abrange os tópicos de Doenças infecciosas, Imunologia (incluindo alergia), Programas de vacinação e Estudos epidemiológicos.
Repercussão do Artigo e Enquete
O artigo foi repercutido por 7 veículos de comunicação e postado por 4 (plataformas não especificadas).
O conteúdo foi mencionado em 19 publicações do Google+ e em 379 páginas do Facebook.
Uma enquete não relacionada ao artigo, questionando se estudantes de medicina devem usar inteligência artificial generativa para estudar, está presente na página.
Conteúdos Relacionados
Há outros artigos recomendados do BMJ relacionados ao tema, incluindo o próprio "Gripe: comercializando a vacina através da comercialização da doença".
Conteúdos de outros periódicos também são sugeridos, como sobre otimismo injustificado na eficácia da vacina (The BMJ, 2020) e intervenções comportamentais para reduzir a hesitação vacinal (The BMJ, 2024).
Outros artigos cobrem a eficácia da vacina de mRNA em adultos imunossuprimidos e os efeitos não específicos da vacinação BCG.
As principais críticas feitas sobre os estudos que apoiam a vacinação contra a gripe, conforme o artigo, são:
Baixa Qualidade dos Estudos: Os estudos que fundamentam as políticas de vacinação contra a gripe são frequentemente de baixa qualidade.
Incapacidade de Comprovar Alegações: Tais estudos não comprovam as alegações das autoridades de saúde.
Exagero da Ameaça e Benefícios: A vacina pode ser menos benéfica e menos segura do que se afirma, e a ameaça da gripe parece ser exagerada.
O autor, Peter Doshi, argumenta que, no caso das vacinas contra a gripe e seu marketing, as decisões de saúde pública não estão sendo baseadas em dados científicos da mais alta qualidade, obtidos de forma aberta e objetiva, como prometido por organizações como o CDC.
As políticas de vacinação obrigatória têm sido justificadas e aplicadas da seguinte maneira:
Justificativa (Retórica da Saúde Pública): A campanha de saúde pública que impulsiona a vacinação transmite uma mensagem direta e inquestionável, que serve como base para a política:
A gripe é uma doença grave.
Todos correm o risco de complicações decorrentes da gripe.
A vacina contra a gripe é praticamente isenta de riscos.
A vacinação salva vidas.
Sob essa perspectiva, a falta de disponibilidade da vacina para todos os cidadãos americanos chega a ser vista como algo próximo da falta de ética.
Aplicação (Uso da Coerção): As políticas de vacinação obrigatória surgiram, principalmente em unidades de saúde. O motivo para a imposição dessas políticas é que nem todos desejam se vacinar, e a coerção parece ser a única maneira de alcançar altas taxas de vacinação.
Citação: Doshi P. Influenza: marketing vaccine by marketing disease. BMJ. 2013 May 16;346:f3037. doi: 10.1136/bmj.f3037. Erratum in: BMJ. 2013;346:f3441. Erratum in: BMJ. 2013;347:f6770. PMID: 23682040.
Acessado em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23682040/



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