Reatividade cruzada de peptídeos: o pecado original das vacinas
- Vlog da Ro
- 10 de mai.
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Resumo
A extensa identidade peptídica entre entidades que abrangem de vírus a humanos estabelece um potencial de reatividade cruzada imunológica entre microrganismos e humanos.
A similaridade peptídica cria obstáculos no diagnóstico, impõe efeitos colaterais prejudiciais à vacinologia terapêutica e pode desencadear doenças autoimunes.
O estudo indica a singularidade da sequência peptídica como critério fundamental para o desenvolvimento de vacinas eficazes e seguras, livres de reações cruzadas autoimunes.
Informações do Artigo e Contexto Editorial
O artigo, intitulado "Reatividade cruzada de peptídeos: o pecado original das vacinas", foi publicado em 1º de junho de 2012, por Darja Kanduc, do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade de Bari, Itália.
O conteúdo recapitula a importância da reatividade cruzada, desde a mimetização molecular até a evasão imunológica, e analisa suas implicações para a discriminação imunológica (próprio vs. não próprio).
A revista Frontiers in Bioscience-Scholar (FBS) é publicada pela IMR Press a partir do Volume 13, Número 1 (2021), com artigos anteriores, incluindo este, disponibilizados mediante acordo com a Frontiers in Bioscience.
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A IMR Press também oferece recursos para autores e avaliadores, bem como conteúdo educacional sobre critérios de autoria e como escrever seções de artigos científicos.
A reatividade cruzada pode influenciar a eficácia das vacinas de maneira negativa, sobrecarregando a vacinologia terapêutica com efeitos colaterais prejudiciais e dificultando a transposição da imunologia para vacinas eficazes.
O artigo destaca o papel negativo que as reações cruzadas exercem no desenvolvimento de vacinas.
Além disso, a similaridade peptídica (que leva à reatividade cruzada) pode:
Resultar em doenças autoimunes.
Criar um círculo vicioso que conecta a similaridade peptídica, a evasão imunológica microbiana, as vacinas com adjuvantes e as reações cruzadas autoimunes.
Para garantir a eficácia e evitar reações cruzadas autoimunes, o artigo indica a singularidade da sequência como um critério básico para o desenvolvimento de vacinas.
A similaridade peptídica, que estabelece um potencial de reatividade cruzada imunológica entre microrganismos (como vírus e bactérias) e humanos, pode resultar em doenças autoimunes.
O artigo também destaca que essas reações cruzadas autoimunes são parte de um círculo vicioso que conecta a similaridade peptídica, a evasão imunológica microbiana e as vacinas com adjuvantes.
Em termos mais amplos, a similaridade peptídica apresenta obstáculos ao diagnóstico e sobrecarrega a vacinologia terapêutica com efeitos colaterais prejudiciais.
Citação: Kanduc D. Peptide cross-reactivity: the original sin of vaccines. Front Biosci (Schol Ed). 2012 Jun 1;4(4):1393-401. doi: 10.2741/s341. PMID: 22652881.
Acessado em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22652881/



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