TERMO DE RECUSA INFORMADA DE VACINAÇÃO – MENOR DE IDADE (COM CONTRAINDICAÇÃO MÉDICA)
- Rodrigo Martins Soares

- 16 de abr.
- 3 min de leitura
Atualizado: 17 de abr.
TERMO DE RECUSA INFORMADA DE VACINAÇÃO – MENOR DE IDADE (COM CONTRAINDICAÇÃO MÉDICA) (Lei nº 15.378/2026 – Estatuto dos Direitos do Paciente | Decreto nº 78.231/1976, art. 29, parágrafo único)
I – IDENTIFICAÇÃO DO MENOR
Nome: __________________________________________
Data de nascimento: ___/_____/______
CPF (se houver): _________________________________
II – IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS LEGAIS
Responsável 1: __________________________________
CPF: ____________________________________________
Responsável 2: __________________________________
CPF: ____________________________________________
Endereço: ________________________________________
Telefone: ________________________________________
III – IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL/ESTABELECIMENTO DE SAÚDE
Profissional de Saúde: _____________________________
Registro Profissional: ______________________________
Estabelecimento: __________________________________
IV – FUNDAMENTO MÉDICO E LEGAL DA RECUSA
Os responsáveis legais declaram que a decisão de não realizar a vacinação do menor está fundamentada em contraindicação médica expressa, devidamente atestada por profissional habilitado, nos termos do art. 29, parágrafo único, do Decreto nº 78.231/1976, que admite a dispensa da vacinação obrigatória quando houver contraindicação médica devidamente comprovada.
Declaram, ainda, que a presente decisão:
não decorre de omissão ou negligência;
está baseada em avaliação clínica individualizada;
visa à proteção da saúde e integridade física do menor;
está sendo acompanhada de forma contínua por médico habilitado, sendo o menor devidamente assistido pelo profissional que subscreveu o atestado de contraindicação médica, com acompanhamento clínico regular e monitoramento de seu estado de saúde.
V – DIREITOS FUNDAMENTAIS APLICÁVEIS
Nos termos da Lei nº 15.378/2026, especialmente art. 2º, I e IV, bem como dos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, CF), os responsáveis legais exercem:
o direito à autodeterminação em saúde (por representação);
o direito ao consentimento livre e informado;
o direito de recusa de intervenção médica, nos termos do art. 14 da referida lei;
VI – ADVERTÊNCIA AO PROFISSIONAL DE SAÚDE
Nos termos do art. 14 da Lei nº 15.378/2026, que assegura o consentimento livre e veda qualquer forma de coerção ou represália, fica expressamente consignado que:
é vedado ao profissional de saúde exercer qualquer forma de coerção, indução, pressão psicológica, constrangimento ou influência subjugante;
é igualmente vedado condicionar atendimento, restringir acesso a serviços de saúde ou sugerir penalidades em razão da decisão dos responsáveis;
a contraindicação médica apresentada, nos termos do art. 29, parágrafo único, do Decreto nº 78.231/1976, constitui justificativa legal suficiente para a não realização da vacinação;
eventual desconsideração dessas circunstâncias poderá caracterizar violação aos direitos do paciente, com repercussões nas esferas civil, ética e administrativa.
VII – ADVERTÊNCIA AO CONSELHO TUTELAR E AO MINISTÉRIO PÚBLICO
Fica expressamente consignado que:
a presente recusa não configura negligência parental, mas exercício legítimo do dever de proteção à saúde do menor;
a existência de contraindicação médica afasta a aplicação automática de sanções previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente;
o menor encontra-se regularmente assistido e acompanhado por profissional médico habilitado, inexistindo abandono ou omissão;
qualquer intervenção estatal deverá observar:
a prova da contraindicação médica;
o acompanhamento clínico existente;
a inexistência de risco concreto e imediato;
o princípio da proporcionalidade;
a imposição de medidas coercitivas sem análise individualizada poderá caracterizar violação de direitos fundamentais, inclusive nos termos do art. 24 da Lei nº 15.378/2026.
VIII – ADVERTÊNCIA QUANTO AO DIREITO À SEGUNDA OPINIÃO E AO TEMPO DE DECISÃO
Nos termos do art. 12 da Lei nº 15.378/2026, os responsáveis declaram que:
receberam informações claras, adequadas e suficientes sobre a vacinação;
foram informados acerca de riscos, benefícios e alternativas;
compreenderam as informações prestadas e puderam esclarecer dúvidas.
IX – DECLARAÇÃO FINAL
Os responsáveis legais declaram que:
exercem o poder familiar de forma responsável e informada;
optam, de forma livre e consciente, por não realizar a vacinação do menor, com base em contraindicação médica;
mantêm o menor sob acompanhamento médico regular, com assistência contínua do profissional responsável;
a decisão foi tomada nos termos do art. 14 da Lei nº 15.378/2026, que assegura o direito de recusa sem represálias.
X – FINALIDADE PROBATÓRIA
O presente termo é firmado para:
comprovar o exercício regular do poder familiar;
demonstrar a inexistência de negligência;
evidenciar o acompanhamento médico contínuo do menor;
resguardar os responsáveis e o menor em eventuais procedimentos administrativos ou judiciais.
Local e Data: _____________________________________
Assinatura do Responsável Legal
Assinatura do Responsável Legal
Assinatura do Profissional de Saúde
Assinatura de Testemunha 1
Nome: ___________________________________
CPF: ____________________________________
Assinatura de Testemunha 2
Nome: ___________________________________
CPF: ____________________________________



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