Miofaciíte macrofágica, uma doença autoimune relacionada à vacina (alúmen)
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- 27 de abr.
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Resumo
A Miofasciite Macrofágica (MMF) é uma condição imunomediada identificada em 1998, caracterizada por manifestações sistêmicas como astenia acentuada, mialgias e fadiga crônica.
Os sintomas sistêmicos da MMF estão associados a uma lesão local estereotipada e imunologicamente ativa no local da inoculação, devido à persistência de um adjuvante de alumínio (Al(OH)3) usado em vacinas.
A MMF é definida como uma condição emergente que pode ser desencadeada por vacinas contendo alumínio em pacientes geneticamente suscetíveis, notadamente aqueles que são portadores do alelo HLA-DRB1*01.
Informações da Publicação
O artigo, intitulado "Miofasciite Macrofágica: uma Doença Autoimune Relacionada à Vacina (alum)", foi publicado em 30 de setembro de 2010.
Os autores afiliados incluem Eitan Israeli, Nancy Agmon-Levin, Miri Blank e Yehuda Shoenfeld, vinculados ao Centro Médico Sheba e à Universidade de Tel Aviv.
As palavras-chave do estudo incluem Miofasciite macrofágica, Vacinas, Alumínio, Autoimunidade e Adjuvante.
As implicações da miofasciite macrofágica (MMF) para a vacinação atual, conforme detalhado no texto, concentram-se na natureza do adjuvante de alumínio e na suscetibilidade genética dos pacientes:
Risco Específico Associado ao Adjuvante de Alumínio A MMF é caracterizada pela persistência de um adjuvante de alumínio — hidróxido de alumínio (Al(OH)3) — no local da injeção muscular por anos, causando uma lesão local estereotipada e imunologicamente ativa. O alumínio é comumente usado em vacinas humanas.
Suscetibilidade Genética e Rastreamento de Risco Apesar da ampla aplicação de vacinas contendo hidróxido de alumínio, o número de casos de MMF é limitado. Essa discrepância sugere que a MMF pode ser desencadeada pela vacinação contendo alumínio apenas em indivíduos geneticamente suscetíveis. Especificamente, a MMF está associada a pacientes que são portadores do alelo HLA-DRB1*01.
A implicação é que a MMF é definida como uma nova condição emergente que exige uma predisposição genética específica para se manifestar após a exposição a vacinas contendo alumínio.
Período de Latência Estendido A associação temporal entre a vacinação e o diagnóstico da MMF pode variar significativamente, de alguns meses a até 8 anos, e, em casos raros, até 10 anos após a última imunização.
Isso implica a necessidade de monitoramento de longo prazo para reações autoimunes pós-vacinação, visto que a MMF é uma condição imunomediada.
MMF como Condição Autoimune Emergente O texto classifica a MMF como uma doença autoimune relacionada à vacina e uma nova condição emergente, destacando o potencial dos adjuvantes em estimular processos inflamatórios, como a ativação do inflamassoma NALP3.
Citação: Israeli E, Agmon-Levin N, Blank M, Shoenfeld Y. Macrophagic myofaciitis a vaccine (alum) autoimmune-related disease. Clin Rev Allergy Immunol. 2011 Oct;41(2):163-8. doi: 10.1007/s12016-010-8212-4. PMID: 20882368.
Acessado em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20882368



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