Um estudo prospectivo da administração de imunoglobulina Rho (D) contendo timerosal como fator de risco para transtornos autistas.
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- 16 de abr.
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Informações do Artigo/Visão Geral
O artigo, publicado na Revista de Medicina Materno-Fetal e Neonatal (Volume 20, Edição 5, 2007), é intitulado "Um estudo prospectivo da administração de imunoglobulina anti-Rho(D) contendo timerosal como fator de risco para transtornos do espectro autista."
Os autores são David A. Geier e Dr. Mark R. Geier, e o artigo foi originalmente recebido em maio de 2006.
O artigo está atualmente sob investigação, conforme indicado pelo periódico.
Resumo
O estudo prospectivo avaliou a relação entre a exposição pré-natal ao mercúrio (proveniente de imunoglobulinas Rho(D) contendo timerosal, ou TCRs) e os transtornos do espectro autista (TEA) em 53 pacientes consecutivos.
Crianças com TEA (28,30%) apresentaram uma probabilidade significativamente maior (razão de chances de 2,35) de terem mães Rh negativas em comparação com o grupo controle (14,36%).
A conclusão sugere que a exposição pré-natal ao mercúrio pode desempenhar um papel em algumas crianças com TEA, notando que a mãe de cada paciente com TEA havia recebido um TCR durante a gravidez.
Referências e Informações Adicionais
Pesquisas relacionadas abordam a distribuição de compostos de mercúrio em camundongos gestantes e a apoptose induzida por timerosal em linhagens de células de neuroblastoma humano (SK-N-SH).
Artigos recomendados citados discutem aspectos teóricos do autismo e séries de casos de crianças com aparente encefalopatia tóxica por mercúrio manifestando sintomas de transtornos autistas regressivos.
O periódico fornece informações e diretrizes de publicação para diversos públicos, incluindo autores, editores, bibliotecários e profissionais de P&D.
O estudo sugere que a exposição pré-natal ao mercúrio, que é um componente do timerosal (49,55% de mercúrio em peso) presente nas imunoglobulinas Rho(D) (TCRs), pode ser um fator potencial no desenvolvimento de Transtornos do Espectro Autista (TEA) em algumas crianças.
Os resultados específicos do estudo que apoiam essa sugestão são:
Associação com Mães Rh Negativas: As crianças com TEA estudadas (28,30%) tiveram uma probabilidade significativamente maior (razão de chances 2,35) de terem mães Rh negativas em comparação com o grupo controle (14,36%).
Exposição a TCR: Foi constatado que a mãe de cada paciente com TEA estudado havia recebido uma TCR (imunoglobulina anti-Rho(D) contendo timerosal) durante a gravidez.
A conclusão do estudo é que esses resultados "fornecem informações sobre o papel potencial que a exposição pré-natal ao mercúrio pode desempenhar em algumas crianças com TEA".
Além disso, o artigo faz referência a pesquisas que exploram os mecanismos biológicos do timerosal:
Neurotoxicidade: O timerosal pode induzir a apoptose (morte celular programada) de células neuronais ao causar a liberação de citocromo c e fator indutor de apoptose das mitocôndrias, como demonstrado em uma linhagem celular de neuroblastoma humano (SK-N-SH).
Encefalopatia Tóxica: O artigo faz referência a séries de casos de crianças com aparente encefalopatia tóxica por mercúrio manifestando sintomas clínicos de transtornos autistas regressivos.
O grupo controle foi selecionado com base nos seguintes critérios:
População: Eram 926 gestantes caucasianas não judias.
Local e Período de Atendimento: Compareceram aos Centros de Genética da América para atendimento genético pré-natal ambulatorial.
Período de Tempo: O atendimento ocorreu entre 1980 e 1989.
Critério de Pareamento: O grupo controle foi utilizado para determinar a frequência de Rh negativo em uma população de referência "pareada por raça".
Citação: Geier DA, Geier MR. A prospective study of thimerosal-containing Rho(D)-immune globulin administration as a risk factor for autistic disorders. J Matern Fetal Neonatal Med. 2007 May;20(5):385-90. doi: 10.1080/14767050701228057. PMID: 17674242.
Acessado em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17674242/



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