Vacina de série tripla contra hepatite B e deficiência de desenvolvimento em crianças americanas de 1 a 9 anos
- Vlog da Ro
- 7 de abr.
- 2 min de leitura
Artigo e Contexto
O artigo original foi publicado no Volume 90, Número 5 (2008) da revista Química Toxicológica e Ambiental e foi aceito em 14 de novembro de 2007.
O título é "Vacina tríplice contra hepatite B e deficiência de desenvolvimento em crianças americanas de 1 a 9 anos de idade", e os autores são Carolyn Gallagher e Melody Goodman.
O artigo registrou 602 visualizações e 35 citações CrossRef até o momento.
Resumo e Conclusões
O estudo investigou a associação entre a vacinação com a vacina tríplice contra hepatite B (aplicada antes de 2000) e a deficiência de desenvolvimento em 1824 crianças americanas de 1 a 9 anos, usando dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) de 1999-2000.
A análise dos dados foi ajustada para o desenho da pesquisa por meio da Linearização de Taylor, utilizando o software SAS versão 9.1 integrado com SUDAAN versão 9.0.1.
Após o ajuste para fatores de confusão, a probabilidade de receber serviços de intervenção precoce ou educação especial (EIE) foi aproximadamente nove vezes maior para meninos vacinados em comparação com meninos não vacinados.
Pesquisa Relacionada
Entre os artigos recomendados está uma pesquisa sobre a vacinação contra hepatite B em recém-nascidos do sexo masculino e o diagnóstico de autismo, baseada em dados do NHIS de 1997–2002.
A seção de pesquisa relacionada também inclui um estudo que encontrou uma associação positiva entre a prevalência do autismo e a adesão à vacinação infantil na população dos EUA.
Foi listado um artigo sobre a quantificação de DNA plasmídico residual e sequências promotoras-intensificadoras do SV40 em vacinas modRNA contra COVID-19 da Pfizer/BioNTech e Moderna.
Os trechos do estudo que você forneceu confirmam que a análise foi ajustada para levar em conta os fatores de confusão.
No entanto, o documento não lista quais fatores específicos foram incluídos nesse ajuste (por exemplo, se foram considerados fatores como raça, status socioeconômico, idade materna, etc.). O que é mencionado é que os resultados de que a probabilidade de receber serviços de intervenção precoce ou educação especial (EIE) foi nove vezes maior para meninos vacinados foi encontrada "após o ajuste para fatores de confusão".
O estudo baseou sua análise no desenho completo da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) de 1999-2000, utilizando a Linearização de Taylor através do software SAS e SUDAAN para o ajuste, mas sem detalhar as variáveis de confusão usadas.
A presença do timerosal é apontada pelo próprio estudo como um fator chave que influenciou os resultados observados, viu?
A pesquisa encontrou evidências estatisticamente significativas que sugerem que os meninos que receberam a vacina tríplice contra hepatite B eram mais suscetíveis a deficiência de desenvolvimento do que os meninos não vacinados, se tivessem sido vacinados "durante o período em que as vacinas eram fabricadas com timerosal".
Isso implica que, para os autores, o timerosal presente na formulação da vacina naquele período é o fator associado à maior suscetibilidade à deficiência de desenvolvimento nos meninos analisados.
Citação: Gallagher, Carolyn & Goodman, Melody. (2008). Hepatitis B triple series vaccine and developmental disability in US children aged 1–9 years. Toxicological & Environmental Chemistry. 90. 997-1008. 10.1080/02772240701806501.



Comentários