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Vacina de série tripla contra hepatite B e deficiência de desenvolvimento em crianças americanas de 1 a 9 anos

Artigo e Contexto


  • O artigo original foi publicado no Volume 90, Número 5 (2008) da revista Química Toxicológica e Ambiental e foi aceito em 14 de novembro de 2007.

  • O título é "Vacina tríplice contra hepatite B e deficiência de desenvolvimento em crianças americanas de 1 a 9 anos de idade", e os autores são Carolyn Gallagher e Melody Goodman.

  • O artigo registrou 602 visualizações e 35 citações CrossRef até o momento.


Resumo e Conclusões


  • O estudo investigou a associação entre a vacinação com a vacina tríplice contra hepatite B (aplicada antes de 2000) e a deficiência de desenvolvimento em 1824 crianças americanas de 1 a 9 anos, usando dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) de 1999-2000.

  • A análise dos dados foi ajustada para o desenho da pesquisa por meio da Linearização de Taylor, utilizando o software SAS versão 9.1 integrado com SUDAAN versão 9.0.1.

  • Após o ajuste para fatores de confusão, a probabilidade de receber serviços de intervenção precoce ou educação especial (EIE) foi aproximadamente nove vezes maior para meninos vacinados em comparação com meninos não vacinados.


Pesquisa Relacionada


  • Entre os artigos recomendados está uma pesquisa sobre a vacinação contra hepatite B em recém-nascidos do sexo masculino e o diagnóstico de autismo, baseada em dados do NHIS de 1997–2002.

  • A seção de pesquisa relacionada também inclui um estudo que encontrou uma associação positiva entre a prevalência do autismo e a adesão à vacinação infantil na população dos EUA.

  • Foi listado um artigo sobre a quantificação de DNA plasmídico residual e sequências promotoras-intensificadoras do SV40 em vacinas modRNA contra COVID-19 da Pfizer/BioNTech e Moderna.

  • Os trechos do estudo que você forneceu confirmam que a análise foi ajustada para levar em conta os fatores de confusão.

  • No entanto, o documento não lista quais fatores específicos foram incluídos nesse ajuste (por exemplo, se foram considerados fatores como raça, status socioeconômico, idade materna, etc.). O que é mencionado é que os resultados de que a probabilidade de receber serviços de intervenção precoce ou educação especial (EIE) foi nove vezes maior para meninos vacinados foi encontrada "após o ajuste para fatores de confusão".

  • O estudo baseou sua análise no desenho completo da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) de 1999-2000, utilizando a Linearização de Taylor através do software SAS e SUDAAN para o ajuste, mas sem detalhar as variáveis de confusão usadas.

  • A presença do timerosal é apontada pelo próprio estudo como um fator chave que influenciou os resultados observados, viu?

  • A pesquisa encontrou evidências estatisticamente significativas que sugerem que os meninos que receberam a vacina tríplice contra hepatite B eram mais suscetíveis a deficiência de desenvolvimento do que os meninos não vacinados, se tivessem sido vacinados "durante o período em que as vacinas eram fabricadas com timerosal".

  • Isso implica que, para os autores, o timerosal presente na formulação da vacina naquele período é o fator associado à maior suscetibilidade à deficiência de desenvolvimento nos meninos analisados.


Citação: Gallagher, Carolyn & Goodman, Melody. (2008). Hepatitis B triple series vaccine and developmental disability in US children aged 1–9 years. Toxicological & Environmental Chemistry. 90. 997-1008. 10.1080/02772240701806501.




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